Apple se defende contra acusação de acordo para elevar os preços dos e-books


   A Apple, uma das  maiores empresas de portáteis da atualidade, se defendeu hoje (15), das acusações feitas pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos, que alega a existência de uma conspiração entre a empresa e algumas editoras de livros eletrônicos. 
  A acusação foi feita em abril de 2012 e de acordo com o órgão a Apple teria realizado um acordo com as editoras: HarperCollins Publishers (News Corp), Simon & Schuster (CBS), Hachette Book Group (Lagardère SCA), Macmillan, (unidade da Verlagsgruppe Georg von HoltzbrinckGmbH) e a Penguin Group (Perason), para que aumentar o preço dos e-books. O período coincidiu com o lançamento do iPad  no início de 2010. 
   Representantes da Apple, alegam que as editoras decidiram aumentar os preços por conta própria, eliminando os descontos nas vendas por atacado dos livros eletrônicos e priorizando a venda de livros hard cover nas livrarias.
   O Departamento de Justiça divulgou, na última terça-feira (14), um documento em que Steve Jobs, CEO da Apple na época, "Admitiu a conspiração de fixação de preços". Além disso, ele ainda teria declarado ao seu biografo que,  "havia dito às editoras: 'Nós vamos para a agência modelo, onde você define o preço, e nós temos os nossos 30%, e sim, o cliente paga um pouco mais, mas isso é o que você quer de qualquer maneira." 




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