Autopublicação revela novos sucessos literários


     Seguindo na contra mão de muitos autores que buscam grandes editoras para publicação de seus livros, vários nomes que atualmente fazem grande sucesso entre os leitores seguem o caminho da autopublicação para levar suas obras ao público leitor.
      Pouca gente sabe, mas Hugh Howey, autor de Silo é um dos caos de sucesso dessa nova safra de autores independentes. De passagem pelo Brasil durante a Bienal do Livro de São Paulo deste ano (que aconteceu em agosto), Howey imaginou que venderia cinco mil livros em toda sua vida. Porém, essa meta foi facilmente superada, pois em dois anos ele já vendeu cerca de quatro mil exemplares.



      Mas, como nem tudo é fácil, Howey declarou que esperou 10 anos de sua vida para começar a ver o resultado do seu trabalho. “Faço isso dizendo a mim mesmo que amanhã nunca será como hoje” (extraído de: Estadão). Howey iniciou sua carreira em uma pequena editora, mas  sua felicidade realmente ficou completa quando ele partiu para a autopublicação.
      E qual o segredo do sucesso de Hugh Howey? O autor acredita que são duas coisas bem simples: a propaganda boca a boca e a intensa produção. “Não tem propaganda melhor do que fazer o próximo livro, e o seguinte, e mais um. E com a autopublicação passo a dispor o livro uma semana após ter terminado o trabalho e não espero um ano para sair por uma editora tradicional. Não quero que o leitor tenha de esperar.” (extraído de: Estadão). Assim, após ter negociado os direitos autorais com os produtores de cinema, os agentes literários apareceram para quere negociar a obra que está disponível em e-book na Amazon (plataforma KDP). A editora Intrínseca foi a primeira a adquirir os direitos de Silo e hoje a publicação está presente em 32 países e possui aproximadamente 2,3 milhões de cópias vendidas em e-book e papel.
      A prática da autopublicação está se tornando cada vez mais comum entre os autores que se utilizam de dois tipos de contrato para lançar suas obras pelas editoras. Alguns autores vendem os direitos mediante um bom adiantamento, outros preferem fazer um contrato hibrido:  ficam com os direitos digitais e vendem os do livro físico.
      Seguindo a tendência estrangeira, autores nacionais também apostam na autopublicação como é o caso do autor J. A. Marcos, de Estrelas Cadentes Não dizem Adeus, que antes de ter seu livro publicado pela Uno Editora, colocou o e-book à venda pela Amazon.  Outro  caso, é o da autora FML Pepper, que já tem dois e-books pela KDP (Não Pare! e Não Olhe!), vai lançar o Não Fuja! E acabou de vender os direitos  para a editora Valentina, que os publicará em 2015. A autora procurou entender o processo da autopublicação direto nos EUA, após ser rejeitada por diversas editoras. “Todos os casos de sucesso da autopublicação vinham de lá e queria me tornar um deles. Fui a conferências, estudei, corri atrás.” (extraído de: Estadão)



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Fonte: Estadão

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