[Resenha] E viveram felizes para sempre


Título original: Happily Ever After
Autora: Julia Quinn
Editora: Arqueiro

                Quem disse que apenas um livros é suficiente para contar uma história de amor? Para os Bridgertons ainda há muito mais para se contar do que está nas páginas dos livros. Assim, Julia Quinn, autora que deu vida a essa família nos apresenta “E viveram felizes para sempre” que além do segundo epílogo de cada uma das histórias dos oito irmãos, onde finalmente passamos a conhecer a origem de toda família com o conto de Violet.


                A matriarca dos Bridgertons conheceu seu marido ainda na infância e naquela época, os dois eram verdadeiros “inimigos” já que Edmund era extremamente travesso. Após alguns anos, os agora jovens se reencontram em um dos muitos bailes da temporada e a partir daí não se desgrudaram mais, o que resultou em um casamento seis meses depois. E assim, vinheram os filhos e quando a Sra. Bridgerton estava bem próxima de dá à luz ao seu oitavo filho, ficou viúva.


                Desse ponto, conhecemos uma boa parte de toda história e passados os longos anos que vivenciamos com os irmãos, reencontramos Violet em sua festa de aniversário de 75 anos, uma raridade para época. Como era de se esperar, ela continua cercada pela família, adorada pelos amigos e bastante influente na sociedade.


                Mesmo com um pouco de curiosidade para saber o que aconteceu com os personagens depois de alguns anos, ou mesmo após ter terminado a última página  de cada livro, acredito que alguns epílogos foram desnecessários. Porém, achei bastante interessante o fato da Julia ter mudado a perspectiva da narrativa de Eloise, já que durante o segundo epílogo nós temos a visão da Amanda sobre o que aconteceu antes e após a Bridgerton entra para sua família.

                Em minha opinião, eu preferia um livro em que a história de Violet e Edmund fosse contada como a dos filhos e não um pequeno conto. Acredito que muita coisa sobre a história dos dois não foi revelada e que não se resumiu a apenas os fatos narrados no conto. E se é para lançar livro, então bora fazer um da Lady Danbury, né! Por que mesmo não sendo integrante da família, a senhora mais intrometida e sincera de Londres, tornou-se um dos personagens mais emblemáticos da série.


                O livro em si é uma leitura prática e fácil. Cada conto possui o número necessário de páginas para ser contado e termina de maneira esperada. Antes de cada capítulo, temos um recado da autora sobre o que a levou a escrever cada novo epílogo e o conto de Violet. O fato de cada novo final ser curtinho é bom, pois não fica estendendo mais e mais de histórias que já foram contadas.

                Ao que parece “E viveram felizes para sempre” é o último livro da série dos Bridgertons, e agora só nos resta esperar que eles apareçam em momentos aleatórios nos livros do Quarteto Smythe-Smith.



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